Olá eu sou a Jouse e esta é a minha família: meu esposo, Cássio e a nossa filha, Yasmim. E eles são a razão para eu  acreditar nesse mercado.

Minha história no marketing digital começa no fim de 2017 quando pedi demissão de um emprego de 13 anos em função da maternidade.

Antes da gravidez eu era como muitas pessoas que vivem a vida de maneira automática: Levantam todos os dias pela manha, enfrentam o trânsito, a correria do dia a dia, trabalham, comem, trabalham de novo, concluem a carga horária do dia, voltam pra casa, dormem e no dia seguinte acordam para repetirem todo processo novamente.

Muitas vezes eu me sentia angustiada com aquela rotina e me perguntava se a vida era assim mesmo, se não havia um modelo diferente e mais satisfatório de poder trabalhar e de aproveitar o que a vida tem de melhor.

Quando eu pensava na possibilidade de ter um filho, meu coração apertava pois eu não gostaria de ser inteiramente mãe apenas no período da licença maternidade.

E depois que eu voltasse a trabalhar? Como seria ficar longe do meu bebê? Interromper o aleitamento???? Nem pensar!

Teria de colocá-lo(a) numa creche. Tudo o que acontecesse com ele(a), as gracinhas, se chorou ou não, se comeu toda a papinha, a primeira palavra que dissesse eu iria ficar sabendo através de uma agenda ou por terceiros???? Essas dúvidas acabavam comigo.

Observava a vida de muitas mães conhecidas, que sofriam com essas e outras situações com filhos pequenos e de uma coisa eu tinha certeza: Não era essa a vida que eu queria pra mim.

Assim o tempo foi passando e eu me vi adiando a maternidade por acreditar que eu não teria condições de cuidar de uma criança por causa do meu trabalho.

Mas você pode estar aí pensando… “Jouse, por que você não se planejou? Por que não procurou um outro emprego com um horário mais acessível pra você e assim, caso engravidasse, já estaria habituada a um horário melhor para viver a maternidade? Por que você não abriu um negócio próprio?”

E eu te respondo: Porque eu já trabalhava nessa empresa há tanto tempo, já conhecia bem as pessoas, me sentia tão familiarizada ao ritmo de trabalho, me considerava velha e incapaz de aprender algo novo e encontrar espaço no mercado de trabalho. Enfim, eu não acreditava em mim.

Eu era vencida por essas crenças limitantes. Sendo assim, o caminho mais fácil pra mim era optar por NÃO ter filhos.

É triste, mas era desse jeito que eu pensava. E infelizmente ainda tem muita gente pensando da mesma forma.

Mas algo, enfim, aconteceu: No fim de 2016, eu recebi a notícia mais linda da minha vida: “você está gravidíssima!” – Disse uma colega de trabalho ao me passar o resultado do meu beta hcg. Ah que emoção!

E detalhe, a gravidez foi acidental. Eu e meu esposo já pensávamos na possibilidade, mas ainda não havíamos decidido de verdade.

Mas agora já era tarde pra fazer planos, Deus havia me abençoado e em meu ventre um coraçãozinho já batia freneticamente e os nossos corações rendidos,  transbordavam amor!

Passei toda a gravidez com uma martelada na cabeça: O que eu vou fazer depois que a licença maternidade acabar?

Eu pensava nisso todos os dias. E pra completar as pessoas também me perguntavam e eu sempre dizia a mesma coisa: eu não sei.

Se você é mãe, e está lendo a minha história, saiba que não critico ninguém por trabalhar fora e deixar seus filhos aos cuidados de terceiros.

Conheço mães maravilhosas, que continuaram trabalhando e criando seus filhos normalmente e são muito felizes e realizadas assim. As pessoas têm níveis de satisfação diferentes e isso é legítimo. Deve ser respeitado.

O que eu defendo é a felicidade da família. A família está bem com a sua maneira de viver? Então é isso que importa.

No meu caso, eu não seria feliz ficando longe da minha filha em função do meu trabalho.

Antes da gravidez eu já estava infeliz. Eu só não sabia o porquê. Reclamava do salário, trabalhava mais por necessidade do que por prazer.

O problema não era a empresa, as pessoas, e nem o salário. O problema era eu, a minha rotina, meu estilo de vida apático e completamente sem motivação.

E quando a minha filha nasceu, aquilo que já era ruim, ficou pior e perdeu completamente o sentido.

Enfim, no final da licença maternidade fui obrigada a tomar uma decisão que mudou completamente a minha vida.

Não foi fácil e ainda não está sendo fácil. Mas a decisão foi tomada e eu arrisquei.

Saí da minha zona de conforto e caminhei em direção a um destino literalmente DESCONHECIDO.

Mas posso dizer uma coisa, que aventura mais gostosa!

Tive que fazer grandes renúncias, grandes desapegos. Sim, mas quando você faz renúncias por amor, você nem sente tanta falta daquilo que você precisou renunciar.

Eu estava feliz. Vivendo a maternidade de forma plena. Usufruindo uma sensação de liberdade que eu nunca tinha experimentado antes.

O grande problema é que eu me sentia improdutiva.

Eu sempre gostei de ajudar nas despesas da casa e ver meu esposo sozinho nessa função, me entristecia e me incomodava muito.

Ainda mais com uma filha pra cuidar.

Foi aí que eu decidi fazer a famosa pesquisa: “como trabalhar em casa pela internet?” / “Trabalho e maternidade como conciliar?” e conheci o marketing digital.

Quando essa janela de possibilidades se abriu diante dos meus olhos, e eu conheci a histórias de váááááááááááárias mães que começaram a empreender por causa da maternidade, eu pirei!

Mães que não se enquadraram ao sistema e viram no empreendedorismo a oportunidade de serem presentes na vida dos filhos, e de poderem se realizar profissionalmente, e estavam tendo sucesso em seus negócios. Eu me identifiquei.

Porque até esse momento eu me sentia um peixe fora d’água! O problema não é ser peixe é que até então eu vivia dentro de um aquário.

Foi aí que eu me vi diante de uma causa:  me lembrei de tantas amigas que sofrem por não conseguirem estar mais presentes em casa e perto da família.

Me lembrei de tantas mães que se sentem em dívida com seus filhos porque não são presentes e na tentativa de compensarem essa ausência, aceitam tudo, fazem todas as vontades deles.

Ou se relacionam com eles de maneira superficial e distante e por aí vai.

Refletindo sobre o assunto eu me senti no dever de me posicionar e ajudar outras pessoas que pensam e agem do mesmo modo como eu pensava e agia.

Pessoas que acreditam que não existe vida profissional além da carteira assinada e se vêem obrigadas a se submeterem a um trabalho que não amam e a uma vida sem significado apenas por causa do dinheiro.

A missão do Blog “Job em casa” é justamente te incentivar a explorar suas habilidades. Te mostrar que você pode ir mais além e  viver algo novo assim como eu estou aprendendo a viver.

Aqui você vai encontrar dicas, reflexões, informações e ideias de como trabalhar em casa pela internet valorizando sua qualidade de vida e sobretudo a família.

Se você se identifica com a minha mensagem, seja muito bem-vindo(a)!

Esse espaço é todo seu.